Ao receber um diagnóstico de escoliose, é comum surgir uma dúvida imediata: qual tipo de escoliose eu tenho? Isso acontece porque a condição não é única — existem diferentes formas, com causas, evoluções e tratamentos distintos.
Receber a indicação de cirurgia ou até mesmo ouvir essa possibilidade pode gerar insegurança. Por isso, uma das dúvidas mais comuns é: quando operar escoliose?
Receber o diagnóstico de escoliose costuma trazer uma pergunta imediata: escoliose tem cura?
Depois do diagnóstico, uma das dúvidas mais frequentes é: a escoliose piora com o tempo?
A adolescência é uma fase de crescimento rápido — e é justamente nesse período que a escoliose costuma aparecer ou evoluir com mais frequência. Por isso, muitos pais se perguntam: como identificar escoliose em adolescentes?
Uma das dúvidas mais comuns de quem recebe esse diagnóstico é direta: escoliose dói?
Receber a indicação de um colete pode gerar muitas dúvidas — e até resistência. É comum pensar: “será que eu realmente preciso usar isso?”
Receber o diagnóstico de escoliose pode gerar muitas dúvidas — e uma das primeiras informações que aparecem no laudo é o chamado ângulo de Cobb. Mas afinal, o que esse número significa? Ele é realmente importante?
Campanha internacional criada em 2013 tem por objetivo alertar a população sobre a importância do diagnóstico precoce da escoliose e alertar sobre a prevenção e a evolução da doença
Muitas pessoas dizem que o salto alto faz mal para a coluna vertebral da paciente, mas será que isso é verdade? Na verdade, o uso excessivo é que faz mal e não o seu uso esporádico. Mulheres que tendem a usar salto alto com uma frequência muito alta podem desenvolver alterações não só na coluna, mas também nos pés, nos joelhos e no quadril.










